Primeiro Workshop do Escrevivendo

Primeiro Workshop do Escrevivendo
Foi com sucesso que a Casa Das Rosas apresentou o workshop sobre o projeto Escrevivendo. Quem foi, adorou!

sexta-feira, 13 de março de 2009

Uma vez Escrevivente...

Sempre Escrevivente!

Um ano escrevivendo e muitas mudanças acontecendo. Melhorei minha escrita, estudei bastante, cresci, li sem parar e, o melhor de tudo, não parei de escreviver.

Não conheci pessoas interessantes, apenas as reencontrei.

Quando alguém diz: - Vá procurar sua turma! - a melhor coisa a fazer é ir mesmo. Então, você se sente um pedaço dela, não pode mais ficar sem. Passei de escrevivente à mediadora, senti a responsabilidade, mas Karen está com a gente com seu jeito democrático de quem sabe o que está fazendo. Essa é mais uma oportunidade de aprender e crescer com a experiência.

Até amanhã!
bedjo
san

sexta-feira, 6 de março de 2009

As cartas do Tarot

As cartas de Tarô surgiram entre os séculos XV e XVI, e foram criadas para um jogo de mesmo nome, que era jogado pelos nobres e pelos senhores das casas mais tradicionais da Europa continental.
O tarô (também conhecido como tarot, tarocchi, tarock e outros nomes semelhantes) é caracteristicamente um conjunto de setenta e oito cartas composto por vinte e um trunfos, um curinga e quatro conjuntos de naipes com quatorze cartas cada — dez cartas numeradas e quatro figuras (uma a mais por naipe que o baralho lusófono).
As cartas de tarô são muito usadas na Europa em jogos de cartas, como o Tarocchini italiano e o Tarô francês. Nos países lusófonos, onde esse jogo é bastante desconhecido, as cartas de tarô são usadas principalmente para uso divinatórios, para o qual os trunfos e o curinga são conhecidos como arcanos maiores e as cinqüenta e seis cartas de naipe são arcanos menores. Os significados divinatórios são derivados principalmente da Cabala — vertente mística do judaísmo — e da alquimia medieval.