Primeiro Workshop do Escrevivendo

Primeiro Workshop do Escrevivendo
Foi com sucesso que a Casa Das Rosas apresentou o workshop sobre o projeto Escrevivendo. Quem foi, adorou!

sexta-feira, 27 de março de 2009

Sobre os convidados do dia 4 de abril de 2009

No escrevivendo Seres Imaginários, bate papo com:

Ednei Procópio
Diretor da Giz Editorial, editora que já publicou diversas obras de ficção científica e literatura fantástica como "Anhangá", "Renascimento", "Getsêmani" e "Amor Vampiro". A coleção Universo Fantástico e o site homônimo, também são frutos de seu trabalho nessa jovem editora paulista.

A Giz Editorial é uma empresa jovem cujos diretores somam juntos anos de experiência em comunicação editorial. A missão da Giz Editorial é ajudar o autor a atingir o sucesso com os leitores. É fazer com que o autor tenha cada vez mais leitores e apreciadores de seus textos. A Giz Editorial está sempre focando o seu trabalho no mercado editorial como catalisador dos seus objetivos.

Giulia Moon
é paulistana, já foi diretora de arte, ilustradora, diretora de criação e sócia de agência de propaganda. Giulia tem três coletâneas de contos publicadas: Luar de Vampiros (Scortecci, 2003), Vampiros no Espelho & Outros Seres Obscuros (Landy, 2004) e A Dama-Morcega (Landy, 2006). Em 2008 lançou com mais seis autores o livro de contos Amor Vampiro (Giz Editorial). Seu primeiro romance, Kaori – Perfume de Vampira, deverá sair em meados de 2009. Sempre na área de literatura fantástica, edita o fanzine FicZine e é co-editora da Scarium Megazine. Para saber mais, acesse www.giuliamoon.com.br.

J. Modesto
J. Modesto é o mais novo nove da Literatura Fantástica Nacional. Fã ardoroso deste gênero da Literatura, formado Arquiteto e Urbanista pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo, abandonou suas pranchetas para enveredar pela ficção. Dentre suas influências está seu maior ídolo, H. P. Lovecraft, sguido de nomes importantes como Bram Stoker, Stephen King, Anne Rice, Mary Shelley e Edgar Alan Poe. Fã confesso de HQ e Literatura de Terror e Suspense, estreou no cenário literário em 2006, com a obra TREVAS, tendo uma grande aceitação do público. Participou da antologia AMOR VAMPIRO, juntamente com outros grandes nomes da Literatura Fantástica Nacional (André Vianco, Nelson Magrini, Giulia Moon, Adriano Siqueira, Regina Drummond e Martha Argel), tendo um de seus contos (O Anjo e a Vampira) fascinado vários leitores e fãs. Seu livro mais recente é ANHANGÁ - A FÚRIA DO DEMÔNIO, onde trata, numa temática adulta e mergulhada no gênero literário que abraçou, o folclore nacional e indígena, recebendo elogios pela vasta pesquisa que realizou ao preparar sua história. Atualmente, prepara seu proximo livro e administra, juntamente com os escritores Nelson Magini e James Andrade o site FONTES DA FICÇÃO (www.fontesdaficcao.com), onde publica contos inéditos, participando e organizando, também encontros de debates sobre Literatura Fantástica em parceria com a GIZ EDITORIAL e a LIVRARIA MARTINS FONTES, chamados ENCONTROS FONTES DA FICÇÃO.

FONTES DA FICÇÃO

Sábado, dia 28/03/2009, as 14h 30min, acontece o 3º Encontro FONTES DA FICÇÃO, cujo tema abordará o processo de criação de um texto de Literatura Fantástica, da idéia ao original pronto a ser encaminhado a editora. Os autores que administram o FONTES DA FICÇÃO, irão expor suas experiencias pessoais. Não deixem de ir.

3º ENCONTRO FONTES DA FICÇÃO
Tema: Fontes da Criação
Local: Livraria Martins Fontes
End: Av. Paulista, 509
Horário: das 14h 30min as 17h 00min

sexta-feira, 20 de março de 2009

Jaguadarte - Traducao Augusto de Campos

Era briluz.
As lesmolisas touvas roldavam e reviam nos gramilvos.
Estavam mimsicais as pintalouvas,
E os momirratos davam grilvos.
"Foge do Jaguadarte, o que não morre!
Garra que agarra, bocarra que urra!F
oge da ave Fefel, meu filho, e corre
Do frumioso Babassura!"
Ele arrancou sua espada vorpal
e foi atras do inimigo do Homundo.
Na árvore Tamtam ele afinal
Parou, um dia, sonilundo.
E enquanto estava em sussustada sesta,
Chegou o Jaguadarte, olho de fogo,
Sorrelfiflando atraves da floresta,
E borbulia um riso louco!
Um dois! Um, dois! Sua espada mavorta
Vai-vem, vem-vai, para tras, para diante!
Cabeca fere, corta e, fera morta,
Ei-lo que volta galunfante.
"Pois entao tu mataste o Jaguadarte!
Vem aos meus braços, homenino meu!
Oh dia fremular! Bravooh! Bravarte!"
Ele se ria jubileu.
Era briluz.
As lesmolisas touvas
Roldavam e relviam nos gramilvos.
Estavam mimsicais as pintalouvas,
E os momirratos davam grilvos.

Bibliografia

Bibliografia Escrevivendo Seres Imaginários

BENJAMIN, Walter. O narrador - considerações sobre a obra de Nicolai Leskov. In: Magia e técnica, arte e política. São Paulo: Brasiliense, 1993.

CAMARGO, Thaís Nicoleti de. Uso da vírgula. São Paulo: Manole, 2005.

CANDIDO, Antonio. A literatura e a formação do homem. In: Ciência e cultura, 24(9), p.803-9, set. 1972.

CANDIDO, Antonio. O direito à literatura. In: Vários escritos. São Paulo: Duas Cidades, 1995.

GARCEZ, Lucília Helena do Carmo. Técnica de redação - o que é preciso saber para bem escrever. São Paulo: Martins Fontes, 2004.

HOUAISS, Antonio. Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1999.

MACIEL,Maria Esther.A memória das coisas.Rio deJaneiro:Lamparina editora,2004.

MARTINS, Eduardo. Com todas as letras - o português simplificado. São Paulo: Moderna, 2000.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Uma vez Escrevivente...

Sempre Escrevivente!

Um ano escrevivendo e muitas mudanças acontecendo. Melhorei minha escrita, estudei bastante, cresci, li sem parar e, o melhor de tudo, não parei de escreviver.

Não conheci pessoas interessantes, apenas as reencontrei.

Quando alguém diz: - Vá procurar sua turma! - a melhor coisa a fazer é ir mesmo. Então, você se sente um pedaço dela, não pode mais ficar sem. Passei de escrevivente à mediadora, senti a responsabilidade, mas Karen está com a gente com seu jeito democrático de quem sabe o que está fazendo. Essa é mais uma oportunidade de aprender e crescer com a experiência.

Até amanhã!
bedjo
san

sexta-feira, 6 de março de 2009

As cartas do Tarot

As cartas de Tarô surgiram entre os séculos XV e XVI, e foram criadas para um jogo de mesmo nome, que era jogado pelos nobres e pelos senhores das casas mais tradicionais da Europa continental.
O tarô (também conhecido como tarot, tarocchi, tarock e outros nomes semelhantes) é caracteristicamente um conjunto de setenta e oito cartas composto por vinte e um trunfos, um curinga e quatro conjuntos de naipes com quatorze cartas cada — dez cartas numeradas e quatro figuras (uma a mais por naipe que o baralho lusófono).
As cartas de tarô são muito usadas na Europa em jogos de cartas, como o Tarocchini italiano e o Tarô francês. Nos países lusófonos, onde esse jogo é bastante desconhecido, as cartas de tarô são usadas principalmente para uso divinatórios, para o qual os trunfos e o curinga são conhecidos como arcanos maiores e as cinqüenta e seis cartas de naipe são arcanos menores. Os significados divinatórios são derivados principalmente da Cabala — vertente mística do judaísmo — e da alquimia medieval.